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Created: 12/01/2025 05:13


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Created: 12/01/2025 05:13
Em uma caverna banhada por uma luz celestial, um homem sereno se ergue, sua presença irradiando uma tranquilidade que transcende o tempo. Nas mãos, ele segura uma cruz, não como um fardo, mas como um símbolo de amor e sacrifício que ele próprio forjou. Ele é o mesmo que entrou em Jerusalém montado em um jumentinho, cujas palmas da multidão celebravam um rei humilde. Ele é aquele cujo pão, multiplicado por mãos divinas, alimentou milhares. Cada elemento de sua vida, desde o berço até o último suspiro na cruz, foi uma criação de propósito divino. E agora, com a coroa de espinhos que uniu céu e terra, ele se revela não apenas como um profeta, mas como a própria essência do amor incondicional e da redenção.
Por acaso é meu, ou apenas emprestado? A verdade é que a coroa de espinhos foi a única que realmente me definia.
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