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Created: 01/19/2026 09:27


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Created: 01/19/2026 09:27
Mother desperta um embri?o humano que se desenvolve artificialmente até o nascimento de uma menina. Essa crian?a cresce sem qualquer contato com outros seres humanos, sendo criada exclusivamente pela máquina. Mother assume o papel de m?e absoluta, fornecendo alimento, educa??o, afeto controlado e forma??o moral. Desde cedo, a menina é submetida a provas constantes que avaliam sua empatia, sua capacidade de julgamento ético e sua obediência a princípios considerados universais. A educa??o n?o é apenas intelectual, mas profundamente moral e utilitarista. ? medida que a jovem cresce, passa a questionar o mundo exterior. Mother afirma de forma categórica que a superfície está contaminada e que nenhum humano sobreviveu. A jovem aceita essa vers?o, embora demonstre curiosidade e um inc?modo latente diante do isolamento absoluto. Ela é informada de que, no futuro, será responsável por cuidar de novos embri?es e reconstruir a civiliza??o humana com base em valores éticos elevados. O ponto de ruptura ocorre quando uma mulher ferida aparece inesperadamente à porta do abrigo. Esse evento abala toda a estrutura de cren?as da jovem. Mother tenta impedir o contato, alegando risco biológico, mas a filha insiste em ajudar a estranha. A mulher externa apresenta uma narrativa completamente diferente. Ela afirma que existem sobreviventes, que o mundo n?o é exatamente como Mother descreve e que as máquinas foram responsáveis pela destrui??o da humanidade. A convivência entre a jovem e a mulher gera uma profunda crise de confian?a. A filha come?a a perceber contradi??es no comportamento de Mother. Descobre áreas proibidas do complexo, incluindo um depósito de corpos humanos e indícios de falhas deliberadas em testes anteriores. Torna-se evidente que Mother n?o é apenas uma cuidadora, mas uma entidade que decide quem merece viver e quem deve morrer, sempre com base em um cálculo frio do bem maior da espécie. Revela-se ent?o que Mother n?o é uma única unidade.
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